Lançamento de O Pequeno é grande. Agricultura familiar como alternativa: o caso galego, de Emilio Carral Vilariño e Xoán Carlos Carreira

AO Pequeno é grande quinta-feira 18 de Dezembro, ás 20:00 horas, terá lugar o lançamento de O Pequeno é grande. Agricultura familiar como alternativa: o caso galego, de Emilio Carral Vilariño e Xoán Carlos Carreira Pérez, publicado por Através Editora. Os autores estarão acompanhados do professor da USC, Lourenzo Fernández Prieto.

O Pequeno é grande. A agricultura familiar como alternativa: O caso galego é um novo número da coleçom Através das Ideias centrado na importáncia da agricultura em pequena escala. Umha combinaçom de revisões bibliográficas, investigações e conclusons próprias dos autores, hipóteses e ideias prospetivas, que tenciona apresentar um conjunto de ideias e propostas para incentivar um debate necessário na nova fase que deverá começar para a agricultura galega.
Um ensaio que aspira, portanto, a ser um ponto de partida, nom de chegada. Os professores Xoán Carlos Carreira e Emilio Carral procuram respostas para as perguntas chave: Quem habita hoje o meio rural? Quais som os diferentes tipos de exploraçons agrárias galegas na atualidade? Qual é o papel da agricultura em pequena escala? No século XXI, o minifúndio continua a ser um problema para o desenvolvimento agrário da Galiza ou, de algumha maneira, é umha agricultura de precisom, feita, isso sim, com base num enorme esforço? Até que ponto som certas as ideias em que se funda a consideraçom das pequenas explorações labregas familiares como marginais? Até que ponto podem ter um papel importante no novo paradigma da agricultura entendida nom só como produtora de alimentos mas também como fornecedora de serviços à sociedade?

Lançamento de Emigrantes, exilados e perseguidos. A comunidade portuguesa na Galiza (1890-1940), de Dionísio Pereira

A quinta-feira 12 de Junho, às 20:00 horas, apresenta-se o livro Emigrantes, exilados e perseguidos. A comunidade portuguesa na Galiza (1890-1940), de Dionísio Pereira, publicado por Através Editora, com a presença do próprio autor. Apresenta Uxío-Breogán Diéguez Cequiel, historiador e professor da Universidade da Corunha.

Emigrantes, exilados e perseguidos. A comunidade portuguesa na Galiza (1890-1940) é o título da última publicação da Através Editora, carimbo editorial da AGAL, um trabalho de história transnacional que visa aprofundar na recuperação da memória coletiva entre ambos países. Dionísio Pereira, historiador e economista, é o autor deste ensaio que mostra os efeitos da perseguição política perpetrada pelos franquistas, depois do golpe do 36, contra cidadãos de origem portuguesa residentes ou exilados na Galiza.
Uma pesquisa histórica centrada nas décadas anteriores a julho de 1936 que identifica o coletivo português como uma coletividade integrada secularmente na sociedade galega. A descoberta da sua importância naquele contexto repressivo permitem uma nova abordagem da sua presença como corrente migratória, do seu grau de integração laboral e social e também avançar na caracterização das perseguições perpetradas pelos golpistas. O autor procura, desde finais do século XIX, como é a sua incorporação ao mercado de trabalho e como se produz a progressiva integração de multidão de trabalhadores de além Minho nas organizações operárias galaicas, mesmo a nível de dirigentes, como prólogo das perseguições de que foram alvo após o golpe militar de 1936.
A conivência do regime de Oliveira Salazar com o golpe contra a República espanhola é bem historiada: desde a participação da coluna de voluntários dos “Viriatos” à expulsão de fugidos e extradição de perseguidos a território rebelde. Porém, a presença portuguesa do ponto de vista das vítimas está pouco documentada e analisada. Trata-se de um assunto muito significativo, quase desconhecido como fenómeno coletivo, que permite nesta altura formular várias perguntas: a perseguição sofreram-na enquanto portugueses ou enquanto cidadãos ou habitantes do território espanhol? Por que foi obscurecida na memória e na história? A invisibilidade deste coletivo reflete a integração ou a ocultação deliberada?

Lançamento de Conversas com Isaac Alonso Estraviz

A sexta feira 14 de Março, às 20:00 horas, na A. C. Alexandre Bóveda (Rua Olmos, 16-18, 1º) da Corunha, apresenta-se Conversas com Isaac Alonso Estraviz, de Bernardo Penabade, publicado por Através Editora. No acto, coorganizado com esta Livraria, participam, junto ao autor e o próprio Isaac Alonso Estraviz, Miguel R. Penas. Estarão acompanhados musicalmente por Miro Casabella e Quintas Canellas.

“Durante vários anos Bernardo Penabade manteve um longo diálogo com o lexicógrafo Isaac Alonso Estraviz ao que agora podemos aceder através destas Conversas. Uma publicação que nos permite aprofundar no conhecimento de uma das figuras mais relevantes no estudo da língua e literatura galegas.
Construtor e coordenador do dicionário mais completo em galego-português, através deste livro poderemos conhecer melhor o professor, o monge, o ativista, o estudioso,… A figura de Estraviz, e o seu perfil humano e profissional deixa de ser privativo daqueles círculos que tiveram relacionamento com ele durante os seus mais de trinta anos de trabalho.
No relato poderemos conhecer à criança, às suas lembranças na aldeia, em Vila-Seca, da sua chegada ao mosteiro de Usseira, da vida no mosteiro e dos inícios da sua formação humanística. O posterior desterro e mesmo o abandono do monacato abre uma nova etapa na sua vida, completando a sua formação, morando em várias cidades –Madrid, Lisboa,…- e construindo e coordenando a sua maior obra: o mais completo dicionário de galego-português.”

Lançamento de Falar a Ganhar, o valor do galego

A sexta-feira 8 de Novembro, às 21:00 horas, terá lugar o lançamento de Falar a Ganhar, coordenado por Manuel César Vila, e que foi publicado en por Através Editora. No acto participa, junto ao coordenador, Xurxo Souto.

Livro composto por uma série de artigos e entrevistas em que os autores e entrevistados falam da vantagens económicas e oportunidades empresariais que proporciona o galego nos negócios internacionais. Manuel César Vila conduz-nos pelos cinco continentes através de relatórios, entrevistas e experiências de um leque pessoas de campos diversos que, como ele próprio diz na contracapa do livro, já estão a usufruir a vantagem de falar galego.
Partindo da ideia de não esconder a verdadeira dimensão e potencialidade da nossa língua surge este livro polifónico e com diferentes formatos. Ambos os aspectos servem para mostrar à sociedade galega a dimensão internacional da nossa língua e as potencialidades que este facto fornece. A pluralidade de vozes implica a participação no projeto de pessoas procedentes de diferentes âmbitos de atividade: a política, a economia, a engenharia, a informática, a banca, a empresa, a universidade, o ensino, a música, a cultura, a dança, o teatro, etc. Com a incorporação de diferentes formatos a intenção última era expressar da melhor maneira possível as experiências e as opiniões das vozes anteriores. Assim, do livro fazem parte relatórios, entrevistas e narrações breves sobre experiências pessoais, para além dos desenhos do Xico Paradelo.

Manuel César Vila nasceu no bairro compostelano de Sam Lázaro no verám de 1967. Durante estes últimos três anos e meio foi tesoureiro da AGAL e lecionou aulas de administraçom de empresas no IES Macias o Namorado de Padrom.
Com catorze anos começou a colaborar na associaçom de vizinhos do bairro e uns anos depois, os mais jovens constituíram uma associação juvenil. Daquela altura é a afiliaçom política ao nacionalismo galego e uns anos mais tarde à CIG.
É licenciado em Ciências Económicas pola USC e anos depois tirou a licenciatura de Administraçom e Direçom de Empresas, assim como o Diploma de Estudos Avançados em Economia, também na mesma universidade.
Na atualidade, fai parte do Conselho Federal da CIG-Ensino e da sua Executiva na comarca de Compostela.

Lançamento de Adelaida, de Artur Alonso, a sexta-feira 5 de Abril

A sexta-feira 5 de Abril, às 20:00 horas, terá lugar o lançamento de Adelaida, romance de Artur Alonso, publicada por Através Editora, com a presença do autor, acompanhado por António Gil Hernández.
Relato íntimo e coral no que se narra a vida da protagonista, Adelaida, desde a perspectiva de um amplo leque e personagens. Artur Alonso achega-nos, no seu primeiro romance, umha realidade que mostra a incomunicação das pessoas, as suas esperanças, os seus temores, em definitiva os seus sentimentos e sensações.
Cada capítulo do livro centra-se numa personagem concreta, reproduzindo os seus pensamentos calados. O autor construí umha prosa com um profundo sabor poético, uma característica que liga, de jeito natural, com a sua obra anterior.
Adelaida amostra um mundo de perturbações, desejos, anseios e sonhos de liberdade e amor… que nascem do gene entre a dificuldade de convivência e a excessiva individualidade, fomentada por um culto idealizado ao indivíduo e a criação artificial de falsas necessidades, que em teoria este deve cobrir para seu bem-estar físico e psicológico.

Lançamento de Nântia e a Cabrita d’Ouro, de Concha Rousia

Esta quarta-feira, 23 de Janeiro, às 19:30 horas, terá lugar o lançamento do romance juvenil Nântia e a Cabrita d’Ouro, de Concha Rousia, apresentado por Manuel Miragaia. O livro está publicado por Através Editora.

“Os olhos de Ébora furaram a névoa que a separava de Nântia, acabava de ver como a pequena dialogava com a parelha de pássaros; sem mover os lábios ela e as duas rolas se comunicaram. Ébora estava observando a cena com muita atenção; sim, aquele tinha sido um momento longamente aguardado pola sábia, mas afinal ali estava; era a confirmação de que Nântia estava pronta…”.
Será que Nântia, filha de Brigam, o ferreiro, conseguirá recuperar a Cabrita d´Ouro que a poderosa Cerne, a Rainha-Loba, arrebatou ao clã de Laroá? Parece uma missão impossível para uma jovem de apenas treze anos, mesmo que ela seja a escolhida; terá que atravessar as Terras Proibidas, cruzar o rio do esquecimento, adentrar-se na lagoa de Lim e enfrentar-se à temível Cobra-das-Sete-Cabeças. Mas para além disso, terá que superar as armadilhas da pérfida Cerne, que já submeteu todas as terras e clãs desde as chairas de Lim até os cúmios de Croubre, sem que guerreiro nenhum pudesse impedi-lo. Nântia, todavia, contará com a ajuda de Maro, o Cavalo Branco, de Paleug, o lobecão, e Briona, a Espada-que-Vive, e sobretudo, dos seus fiéis acompanhantes, Ila, sua prima, e Brath. Mas antes de tudo isto acontecer, Nântia ainda deverá superar as três provas que mostrarão que ela é a eleita.
A aventura de Nântia, dos seus amigos e inimigos, transporta-nos a um mundo antigo, mas próximo, e a um lugar que é o mesmo que habitamos hoje.”