Lançamento de Invenção do Mar, de Jenaro Marinhas del Valle

AJenaro Marinhas del Valle Invenção do Mar quinta-feira 14 de maio, às 20:00 horas, terá lugar o lançamento da obra Invenção do Mar, de Jenaro Marinhas del Valle, publicada na Academia Galega da Língua Portuguesa.
Participam José António (Chíqui) Lozano, Pablo González Mariñas e António Gil Hernández.

Invenção do Mar é o título do 8º volume da Coleção Clássicos da Galiza, poemário de Jenaro Marinhas del Valle editado pelo académico António Gil com colaboração de Pablo González Marinhas, redator da apresentação. O volume, que inclui notas, epílogo, glossário e índice onomástico do editor, conta com o apoio de mais de 80 entidades culturais e cidadãos galegos que, desta forma, querem render homenagem a um dos escritores e inteletuais mais destacados da Galiza do século XX.
Indica Pablo González Mariñas na apresentação:
«Este poemário, mais do que outro nenhum do autor, deve ser entendido na complexa personalidade de Jenaro Marinhas del Valle que, como Antero de Quental dizia Oliveira Martins, “dava alma para uma família inteira”. E deve ser assemade valorado também no quadro da sua peripécia vital de nacionalista galego inconformista, perseguido e magoado, mas nunca rendido à opressão assimiladora, sedento de Pátria libertada.
E, principalmente, há de ler-se esta magna obra integrando-a no contexto da cultura e da língua galego-portuguesa, que ele viveu desde neno, como tronco comum duma linhagem e como lar de amor e liberdade. A minha Pátria -gostava dizer, parafraseando o Pessoa- é a língua galego-portuguesa, “a ilha extraviada que buscamos”».”

Presentación de Triloxía Vattene! / O legado extraterrestre, de Alberte Momán, o 22 de abril

A cuarta feira 22 de abril, ás 20:00 horas, presentamos Triloxía Vattene! / O legado extraterrestre, de Alberte Momán, publicado en Círculo Rojo.

EnAlberte Momán Triloxía palabras do autor: “Englobo, dentro dun proxecto común, dúas historias diferenciadas, por unha parte, a Triloxía Vattene!: tres historias cun fío común a partir da desaparición do personaxe coñecido entre os amantes da ciencia ficción, Alexander Hartdegen, por ser protagonista da Máquina do tempo. Tezo o quenzo cunha visión particular do que son as viaxes na procura dun mesmo, na busca de eliminar a un alter ego que se imposta como elemento externo pero fundamental na vida do protagonista.
Por outra banda, temos a historia revisitada de Penélope e Circe, que se encontran para comezar xuntas unha outra viaxe, que as levará a romper todos os clixés de hipermasculinidade dos super heroes clásicos.”