Presentación de Eno mar cabe quant’i quer caber, froito do II Obradoiro de Tradución Poética Con barqueira e remador

OEno mar mércores 17 de decembro, ás 20:00 horas, na Livraria Suévia (Rúa Vila de Negreira, 32) da Coruña, preséntase o libro de poesía internacional contemporánea en tradución ao galego Eno mar cabe quant’i quer caber, froito do II Obradoiro de Tradución Poética Con barqueira e remador, que tivo lugar na Illa de San Simón, en outubro de 2013, obra editada na Colección Cíes da Deputación de Pontevedra. O acto contará coa presenza do tradutor ao galego, Isaac Xubín, e Yolanda Castaño (coodinadora do Obradoiro Internacional de Tradución Poética).

As traducións, edición e prólogo son obra de Isaac Xubín. Os autores compilados son: Anna T. Szabó (Hungría), Xuan Bello (Asturias), Kätlin Kaldmaa (Estonia), Lawrence Schimel (EEUU), Samira Negrouche (Alxeria), Gökçenur Ç (Turquía) e o propio Isaac Xubín.

Lançamento de O Pequeno é grande. Agricultura familiar como alternativa: o caso galego, de Emilio Carral Vilariño e Xoán Carlos Carreira

AO Pequeno é grande quinta-feira 18 de Dezembro, ás 20:00 horas, terá lugar o lançamento de O Pequeno é grande. Agricultura familiar como alternativa: o caso galego, de Emilio Carral Vilariño e Xoán Carlos Carreira Pérez, publicado por Através Editora. Os autores estarão acompanhados do professor da USC, Lourenzo Fernández Prieto.

O Pequeno é grande. A agricultura familiar como alternativa: O caso galego é um novo número da coleçom Através das Ideias centrado na importáncia da agricultura em pequena escala. Umha combinaçom de revisões bibliográficas, investigações e conclusons próprias dos autores, hipóteses e ideias prospetivas, que tenciona apresentar um conjunto de ideias e propostas para incentivar um debate necessário na nova fase que deverá começar para a agricultura galega.
Um ensaio que aspira, portanto, a ser um ponto de partida, nom de chegada. Os professores Xoán Carlos Carreira e Emilio Carral procuram respostas para as perguntas chave: Quem habita hoje o meio rural? Quais som os diferentes tipos de exploraçons agrárias galegas na atualidade? Qual é o papel da agricultura em pequena escala? No século XXI, o minifúndio continua a ser um problema para o desenvolvimento agrário da Galiza ou, de algumha maneira, é umha agricultura de precisom, feita, isso sim, com base num enorme esforço? Até que ponto som certas as ideias em que se funda a consideraçom das pequenas explorações labregas familiares como marginais? Até que ponto podem ter um papel importante no novo paradigma da agricultura entendida nom só como produtora de alimentos mas também como fornecedora de serviços à sociedade?

Lançamento de Gume de Navalha, de José Alberte Corral Iglesias

A quinta feira, 4 de Dezembro, às 20:00 horas, apresentamos Gume de Navalha, o novo poemario de José Alberte Corral, publicado por Emerxente. No acto estará presente o seu autor.

Nom gume-de-navalhaesconde José Alberto Corral Iglesias os destinatários do seu grito irto, irado e amargo. Arreguíza-se diante de crueldades e injustiças, de correntes da ganância que aprofunda a desigualdade e condenaçom ao sofrimento a milhoes de pessoas. O escárnio agrava-se nos seres mas indefesos e desamparados, crianças e velhos que nem a nutriçom tenhem cobertas.
Outra referência do poemário é Moloch, identificado com Cronos e Saturno, deuses das trevas. Moloch devora os próprios filhos, gosta de sacrifícios humanos, especialmente das crianças, alimentando-se do sangue dos inocentes. Vingativo, praze-lhe provocar o pranto das maes ao roubar-lhes os filhos: simboliza a infâmia e crueldade do mundo actual.
A parte intimista de Gume de Navalha atinge a definiçom inefável, a impossibilidade, ou dificuldade, de formular conceitos, experiências que superem essa condiçom, integrando elementos intuitivos, oníricos, sombriços…, nom redutíveis a planos e critérios lógicos.
Estar, passar, transitar polo fio da navalha comporta enfrentar umha alternativa complicada: hemos optar por algo que nom nos convence, o que suscita dúvidas, receios. Os versos de Corral Iglesias instalam-se nesse fio, nesse limite.